terça-feira, 15 de junho de 2010

Melhores maneiras para perda e controle de peso

A perda de peso é um objetivo para grande parte da população de todo o mundo. A luta contra a obesidade e o sonho de alcançar o peso ideal, faz com que as pessoas se submetam a diversos tipos de dietas alimentares, muitas vezes de privação de nutrientes importantes, promovendo prejuízos graves ao metabolismo e organismo de forma geral. Como perder o peso sem prejudicar a saúde?

De acordo com pesquisa recente, um aumento no consumo de energia é visto como prováveis resultados de mudanças no sistema de controle de apetite. Sendo assim, o estudo obteve como meta investigar os efeitos do exercício de médio prazo sobre o apetite e perda de peso. De acordo com os resultados, a prática de exercícios está relacionada á perda de peso através de mudanças fisiológicas. No entanto, a perda de peso parece ser regulada por uma reposta de saciedade através da realização de alimentação adequada, contribuindo assim para a melhora do controle da saciedade.

O fracionamento das refeições é outro tema abordado para a perda de peso. Porém, deve ser feita de forma adequada e orientada, uma vez que estudo recente revelou que o aumento da freqüência de refeições não promove perda de peso.

Sendo assim, a realização de refeições equilibradas e em frações adequadas durante o dia, além do desempenho de atividade física, são consideradas as melhores maneiras para a perda e controle de peso, deixando de lado dietas extremamente restritas em alimentos e quantidades.


Fonte: Nutrição em Pauta


domingo, 6 de junho de 2010

TREINANDO O CORPO PARA QUEIMAR GORDURA

Quando queremos emagrecer, esperamos fórmulas milagrosas, alimentações mágicas, remédios, vitaminas, suplementos, exercícios sobrenaturais, enfim, algo que exija o mínimo de empenho de nossa parte e que nos faça perder gordura. Quanto mais se estuda, mais se percebe que o emagrecimento depende do esforço e dedicação de quem o procura.
.
Na década de sessenta, pesquisas lideradas pelo Doutor John O. Holloszy nos fez entender melhor a mecânica de queima de gordura durante a atividade física aeróbica (caminhada, corrida, bicicleta e natação, por exemplo). Nosso corpo funciona como um motor flex, consegue produzir energia com gordura e/ou carboidratos. O que Holloszy mostrou foi que, quanto mais expomos o nosso organismo a estímulos aeróbicos de longa duração, mais ele se adapta para queimar gordura.
.
Como se o motor flex passasse, por livre e espontânea vontade, a dar preferência em consumir apenas um tipo de combustível, mesmo tendo os dois combustíveis à sua disposição. Mais interessante ainda foi que este consumo maior de gorduras acontecia durante e após a atividade física; isso significa que a queima de gordura passa a ser maior 24h por dia.
.
Pesquisas mais recentes procuraram então, descobrir quanto tempo é necessário treinar atividades físicas aeróbicas por dia para que esta adaptação ocorra em nosso organismo. No ano passado o American College of Sports Medicine, uma das mais renomadas instituições mundiais em pesquisas na área de atividade física, publicou um artigo recomendando treinar 250 a 300 minutos semanais para promover o emagrecimento e manutenção de peso. Se pensarmos em dias, devemos treinar aproximadamente 40 minutos todos os dias. Será que os sedentários são capazes de fazer todo este esforço logo de cara?
.
Não é indicado para pessoas sedentárias, principalmente aos obesos, começarem um programa de treinamento com tamanho volume (tempo). Uma vez começado, necessitamos de aproximadamente três meses para adaptarmos nossos aparelhos osteo-muscular e cardíaco aos impactos e esforços gerados pelo treinamento. Por isso precisamos de paciência para começarmos de forma lenta e gradativa e de um profissional de educação física que irá prescrever, de forma individualizada, a evolução deste treinamento. O maior índice de desistência nos programas de treinamento para emagrecer acontece nestes três primeiros meses; isso não é mera coincidência.
.
Portanto, comece devagar e dê um prazo, de no mínimo três meses, para atingir tempos de treino próximos ao pedido de 250 a 300 min. semanais. Consulte um nutricionista para adequar a sua alimentação e tenha paciência, pois uma vez que seu motor começar a queimar gordura, ele vai se “viciar” neste combustível e você “emagrecerá até dormindo.”



Fonte: Alimentarium


Veja também:
Exercícios podem reduzir a fome dos gordinhos
Dieta + Exercício = Vida Longa!!!


Controle a vontade de comer doces!

O combate deve ser diário e começar aos poucos, sem radicalismos - O inverno se aproxima e, com ele, o desejo por doces. Para não deixar que um plano de reeducação alimentar vá por água abaixo, a dica é afastar o pensamento negativo e não cogitar a possibilidade de abandonar a sua meta, seja ela equilibrar o ponteiro da balança ou seguir um cardápio mais saudável.
Alguns estudos apontam que o chocolate e outros tipos de doces provocam sintomas semelhantes à dependência das drogas, como sensação de bem-estar seguida de sentimento de culpa. Por outro lado, tal associação ainda não pode ser encarada como conclusiva, já que a falta de doces não acarreta outros problemas notados no uso de drogas, como no caso de sua abstinência.

“Deixando o pretexto da dependência física do açúcar de lado, invista em atitudes práticas para espantar a vontade. Se você tem o hábito de consumir doce diariamente, cortar a ingestão de vez não é uma boa idéia. Isso pode gerar uma sensação de privação excessiva, aumentando o risco de descontrole e levando à desistência do objetivo”, alerta a nutricionista.

Confira algumas dicas para driblar a vontade de comer doces:

1) Diminua a ingestão aos poucos: se você tem o hábito de ingerir açúcar todos os dias, passe a consumi-lo cinco vezes por semana. Reduza a rotina gradativamente, até atingir a meta de comer doce apenas uma vez a cada sete dias.

2) Faça um diário alimentar: registre os alimentos e a quantidade que ingere ao longo do dia, para identificar com que freqüência e o volume de doces que está consumindo.

3) Opte por alimentos menos calóricos e que apresentem nutrientes mais saudáveis. Substitua o chocolate do lanche da tarde por uma fruta ou por uma barrinha de cereais.

4) Faça substituições inteligentes: as frutas são sempre as melhores opções para substituir os doces. Gelatinas, pudins ou flans light também podem matar a vontade das sobremesas.

5) Não faça nenhum tipo de barganha alimentar: não pule refeições ou diminua as porções para, mais tarde, saborear uma farta sobremesa. Essa atitude só faz a fome acumular, favorecendo o descontrole alimentar.

6) Evite a estocagem de tentações: se a vontade for irresistível, coma apenas uma porção do seu doce preferido. Não faça estoque na despensa para não aumentar a tentação.




Fonte: Nutrição Ativa

sábado, 5 de junho de 2010

A importância da alimentação durante a fase escolar.

A infância é um período no qual os hábitos alimentares são desenvolvidos. É uma fase onde as necessidades nutricionais estão aumentadas e devem ser supridas de forma adequada para garantir o crescimento e desenvolvimento adequados.

As crianças passam grande parte do dia nas escolas, onde realizam diversas refeições. Sendo assim, de acordo com as diretrizes da Alimentação Saudável nas Escolas, deve haver ações de educação alimentar e nutricional e a adoção de práticas criativas de incentivo ao consumo de alimentos mais saudáveis, orientando e incentivando sua comunidade aos aspectos relacionados à promoção da saúde e prevenção de doenças.


Para que a alimentação em idade escolar seja adequada, diversos trabalhos são realizados nessa área, assim como pesquisa recente onde a adequação alimentar foi analisada quanto á energia, macronutrientes e micronutrientes, através da aceitação alimentar do almoço oferecido em creche pública e privada. De acordo com os resultados, a creche privada não atendeu a necessidade energética, Em relação aos demais nutrientes avaliados, os valores de proteína excederam a recomendação preconizada e apresentaram-se inadequados para o cálcio.


De acordo com os resultados obtidos, percebe-se a necessidade de avaliar o consumo alimentar incluindo as demais refeições realizadas ao longo do dia, para que seja detectado o consumo diário e a partir daí sejam oferecidas refeições nutricionalmente balanceadas e realizadas intervenções nutricionais eficazes.


Sendo assim, o ambiente escolar parece ser um espaço que reúne condições únicas para a aquisição de práticas alimentares saudáveis, onde deve ser oferecido refeições adequadas em quantidade e qualidade, colaborando para a formação de hábitos alimentares saudáveis e qualidade de vida.



Fonte: Nutrição Ativa

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Três exercícios para diminuir a velocidade da refeição

Sabemos que quem come muito rápido, tende a comer em grande quantidade, provocando um maior ganho de peso, então aí estão dicas para diminuir a velocidade do que se realiza as refeições com o objetivo de diminuir a ingestão alimentar:


- Não encher demais o garfo com comida. Cada garfada deve preencher somente um pouco mais da metade do mesmo. Introduzir pequenos pedaços de comida por vez e de alimentos separados, ou seja, evitar misturá-los para sentir separadamente o gosto de cada um, assim você ficará mais saciado com somente uma determinada quantidade de comida;

- Realizar um exercício de contagem das mastigadas:

- 20 mastigadas para alimentos macios: purês, suflês, arroz com feijão, massas, batatas, verduras cozidas
- 30 vezes para alimentos para guisados, frango, peixe, saladas cruas
- 40 vezes para as carnes bovinas, suínas e ovinas

- Descansar os talheres no prato entre uma garfada e outra. Com isso, provavelmente você cruzará as mãos e não terá tanta pressa de segurar o garfo mais uma vez.


Fonte: Nutrição Ativa

"Unidos contra a fome", é o tema definido pela FAO para o Dia Mundial da Alimentação 2010

A alimentação adequada é, hoje, um direito fundamental do ser humano e um direito constitucional dos cidadãos brasileiros. O Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) é inerente à dignidade da pessoa humana e indispensável à realização dos direitos consagrados na Constituição Federal, por isso, todas as políticas e ações da sociedade e dos órgãos governamentais são fundamentais para a sua garantia.

O ano de 2010 traz, portanto, a união como chave para tentarmos modificar a realidade em que vivemos hoje em todo o mundo. Essa união tem como objetivo atingir diversas áreas, incluindo o meio ambiente, cultura e, economia. Assim, unem-se pessoas e unem-se entidades com um mesmo objetivo: reduzir as desigualdades, promovendo crescimento sustentável.

O Dia Mundial da Saúde, comemorado anualmente em 16 de outubro, traz mais um desafio aos mais de 150 países que realizam ações, sempre lideradas pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação): garantir a mais de um bilhão de pessoas que passam fome em todo o mundo o acesso aos alimentos, ou seja, o acesso a um direito seu.

Conceito – Antigamente, empregava-se a palavra fome para exprimir a falta de alimentos para satisfação do apetite. Atualmente, fome é a falta de quaisquer dos quarenta ou mais elementos nutritivos indispensáveis à manutenção da saúde. Essa falta ocasiona morte prematura, embora não acarrete, necessariamente, a inanição por falta absoluta de alimento. De acordo com a definição atual, dois terços da população mundial passa fome. E esse tipo de fome é encontrado tanto em países ricos, desenvolvidos, com excedentes agrícolas, como nos países pobres. Ou seja, a fome pode ser quantitativa ou qualitativa, pois além da disponibilidade de alimentos é preciso analisar se volumes semelhantes de alimentos fornecem os nutrientes necessários à população. Mais do que isso, a fome é um problema de todos nós.

Polêmica antigo – Há alguns anos há indicações de que o problema da fome pode estar mais relacionado com a forma de utilização das terras agrícolas do que com a área cultivada. Isto é, enquanto em alguns países é cultivado um hectare de terra por habitante e ainda assim a população passa fome, em outros, metade dessa área é cultivada por habitante e a maior parte da população não passa fome. Além disso, é importante destacar que a produção mundial de alimentos é suficiente para alimentar toda a população do planeta. O grande problema continua sendo a má distribuição de renda.

Brasil – Dados do IBGE indicam que no Brasil, país classificado entre os 10 maiores produtores mundiais de grãos, há 72 milhões de pessoas em situação de “insegurança alimentar” (leve, moderada ou grave). Outro dado importante diz respeito à prevalência de insegurança alimentar moderada ou grave, que significa limitação de acesso quantitativo aos alimentos, com ou sem o convívio com situação de fome: ela é maior nos domicílios das áreas rurais do que nos das áreas urbanas. Enquanto na área urbana 11,4% e 6% dos domicílios estavam em condição de insegurança alimentar moderada e grave, respectivamente, no meio rural eram 17,0% e 9,0%.

Políticas sociais – Segundo Olivier De Schutter, Relator Especial das Nações Unidas sobre o Direito à Alimentação, “eliminar a fome no Brasil exigirá a consolidação de políticas sociais, maior igualdade na distribuição da terra, apoio contínuo à agricultura familiar e uma reforma tributária progressiva”. Ou seja, é preciso investir muito nas políticas sociais. Assim, garante-se o número de brasileiros que hoje vivem a insegurança alimentar consigam ultrapassar essa barreira. Mas é preciso unir esforços: governos, entidades e sociedade civil organizada: todos juntos contra a fome.



Fonte.: CRN2