terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mousse de Brigadeiro

Ingredientes:

  • 3 colheres (sopa) rasas de maisena
  • 3 e 1/2 xícaras (chá) de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de chocolate em pó
  • 1 xícara (chá) de chocolate meio amargo picado
  • 1 lata de creme de leite
  • chocolate granulado
Modo de Preparo: Dissolva a maisena no leite, adicione o leite condensado, a manteiga, o chocolate em pó e leve ao fogo baixo, mexendo até engrossar. Tire do fogo e misture o chocolate picado, mexendo até dissolver por completo. Misture o creme de leite. Em um refratário médio, despeje o creme e decore à vontade com o chocolate granulado ou outra decoração da sua vontade. Leve à geladeira por 2 horas antes de servir.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sobremesa Quente de Banana

Ingredientes:

12 bananas nanicas cortadas no sentido do comprimento; canela em pó para polvilhar; 3 ovos; 1 lata de leite condensado; 1/2 medida da lata de leite; 1 colher de sopa de manteiga; 6 colheres de sopa de chocolate em pó; 3 colheres de sopa de farinha de trigo; 1 colher de chpa de fermento químico em pó; 1/2 xícara de uva passa branca sem semente.


Modo de Preparo:

Coloque metade das banans em um recipiente refratário grande untado com manteiga. Polvilhe canela e açúcar e leve ao forno médio (180ºC) por aproximadamente 5 minutos. Bata na batedeira os ovos, leite condensado, leite, manteiga, chocolate em pó, farinha de trigo e o fermento. Junte as passa e despeje sobre as bananas assadas. Coloque o restante das bananas e polvilhe com o açúcar e canela. Leve ao forno médio (180ºC) por cerca de 30 minutos. Sirva a seguir.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Consumo de carboidrato e hidrolisado protéico do leite atenua a depleção de glicogênio muscular durante o exercício.

A depleção do estoque de glicogênio está associada à fadiga durante exercícios anaeróbios de alta intensidade e aeróbios de longa duração e, portanto, a manutenção de estoques adequados de glicogênio tecidual é considerada importante para melhor desempenho. Estudos em humanos e em animais têm mostrado que uma combinação de pequenas quantidades de carboidratos (<0.8 g/kg/h) com proteína é mais eficiente do que apenas carboidratos para repor o glicogênio muscular imediatamente após o exercício. Prova disso, é que a suplementação com carboidratos e hidrolisado protéico do leite (HPL) aumentou a recuperação do glicogênio muscular ativando enzimas chave que regulam a captação de glicose, tais como Akt/PKB e PKC atípica.

Portanto, para verificar os efeitos da suplementação de carboidratos e hidrolisado protéico do leite (HPL) antes do exercício físico sobre a quantidade de glicogênio e sobre enzimas chave que regulam a captação da glicose e síntese de glicogênio, pesquisadores utilizaram ratos da linhagem Sprague Dawley. No desenho experimental, antes do exercício um grupo de ratos foi sacrificado, enquanto outros grupos receberam água, glicose ou glicose e hidrolisado protéico do leite. Após a ingestão das soluções teste, exercícios de depleção dos estoques de glicogênio foram conduzidos por 60 minutos, tempo após o qual os ratos foram sacrificados e o tríceps foi coletado.

Os resultados mostraram que comparados aos grupos que consumiram água ou apenas glicose, os animais que consumiram glicose e hidrolisado protéico do leite tiveram menor depleção de glicogênio e maior concentração de PKC durante o período pós-exercício. A ingestão da solução de glicose e HPL também reduziu significativamente as concentrações de glicogênio sintase fosforilada e aumentou a fosforilação da Akt quando comparado ao grupo que consumiu apenas água.

Portanto, os resultados indicam que, comparado aos grupos que ingeriram glicose ou água, o consumo de uma solução contendo carboidrato e hidrolisado protéico do leite ativa proteínas do músculo esquelético envolvidas na regulação da captação de glicose e na síntese de glicogênio durante o exercício, atenuando, portanto, a depleção de glicogênio induzida por exercício físico. Contudo, mais estudos precisam ser conduzidos para verificar o efeito sobre o desempenho em humanos.

Fontes:

MORIFUJI M et al. Preexercise ingestion of carbohydrate plus whey protein hydrolysates attenuates skeletal muscle glycogen depletion during exercise in rats. Nutrition 27: 833–7, 2011.

MORIFUJI M, KANDA A, KOGA J, KAWANAKA K, HIGUCHI M. Post-exercise carbohydrate plus whey protein hydrolysates supplementation increases skeletal muscle glycogen level in rats. Amino Acids 38: 1109–15, 2010.

Uvas podem ajudar na proteção contra raios nocivos do Sol

Alguns compostos presentes nas uvas ajudam na proteção contra os raios ultravioleta e na prevenção do envelhecimento precoce da pele. É o que afirma um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Barcelona e do Conselho National de Pesquisa da Espanha. Segundo os cientistas, uvas e seus derivados poderiam ser usados para a proteção contra os raios nocivos do sol. A pesquisa foi publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

A exposição aos raios ultravioleta (UV) emitidos pelo sol pode provocar diversos problemas de pele, incluindo câncer, queimaduras e envelhecimento precoce. Segundo o estudo espanhol, há provas de que os flavonoides, presentes nas uvas, podem reduzir os danos sofridos pela pele exposta ao sol.

A pesquisa explica que os raios UV agem na pele ativando as espécies reativas de oxigênio (ROS). Então, esses compostos oxidam moléculas como lipídios e DNA, estimulando certas reações e enzimas que provocam morte celular.

Os cientistas mostraram que os flavonoides extraídos das uvas conseguem reduzir a formação de ROS nas células da pele humana expostas durante um longo período de tempo aos raios UVA e UVB.

O estudo então sugere que novos estudos clínicos sejam realizados para que se desenvolva um método de proteção solar derivado de extratos vegetais de uva. Embora alguns cosméticos derivados dessa fruta já existam, os pesquisadores ainda precisam compreender seu funcionamento de maneira mais completa.


Fonte: Estadão

terça-feira, 19 de julho de 2011

III Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado da Paraíba acontece em agosto

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Paraíba (Consea-PB) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e com a Federação das Associações de Municípios da Paraíba (FAMUP) promove nos próximos 22 a 24 de agosto a III Conferência de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado da Paraíba. O evento acontecerá na cidade de Lagoa Seca e deverá reunir cerca de 400 participantes, entre eles 350 delegados eleitos em cinco conferências regionais.

A Conferência tem como objetivo a construção do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Para que a Conferência Estadual aconteça, antes, serão realizadas cinco conferências regionais, como etapas preparatórias. Todos os 223 municípios do Estado participarão das etapas regionais, que envolverão 1.068 delegados. O Consea-PB definiu critérios proporcionais de delegados para as conferências regionais, sendo que cada município poderá ter de 3 a 30 delegados, de acordo com o número de habitantes.

Confira, abaixo, um resumo das conferências regionais na Paraíba:

Conferência Regional Campina Grande
Data: 22 de julho
Área de alcance: 62 municípios
Participantes: 305 delegados
Elege para Estadual: 100 delegados

Conferência Regional Guarabira
Data: 19 de julho
Área de alcance: 32 municípios
Participantes: 156 delegados
Elege para Estadual: 51 delegados

Conferência Regional Litoral/João Pessoa
Data: 29 de julho
Área de alcance: 34 municípios
Participantes: 226 delegados
Elege para Estadual: 74 delegados

Conferência Regional Baixo Sertão
Data: 8 de julho
Área de alcance: 53 municípios
Participantes: 210 delegados
Elege para Estadual: 100 delegados

Conferência Regional Alto Sertão
Data: 02 de agosto
Área de alcance: 41 municípios
Participantes: 171 delegados
Elege para Estadual: 56 delegados

Conferência Estadual
Data: 22 a 24 de agosto
Área de alcance: 223 municípios
Participantes: 350 delegados
Elege para a Nacional: 44 delegados

É importante que os municípios se mobilizem para participarem das conferências regionais pois, só assim, cada município poderá ter sua representação na Conferência Estadual.

Para maiores informações os municípios poderão entrar em contato com o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional – PB – CONSEA/PB através do e-mail: conseapb@yahoo.com.br e ou conseapb@gmail.com ou pelo telefone (83)3218 5630 ou com o Nucleo de Segurança Alimentar e Nutricional da SEDH – Governo do Estado da Paraíba pelo telefone (83) 3211 8758.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Estudo mostra que merenda escolar de Norte e Nordeste é ruim e insuficiente

A população do Norte e do Nordeste do Brasil considera a merenda escolar servida aos alunos das escolas públicas ruim e insuficiente. Este é um dos resultados do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado dia 25 de fevereiro de 2011.
Os dados do SIPS revelam que 21,7% da população do Norte considera a merenda escolar ruim, enquanto outros 39,7% a classificam como regular. No Nordeste, 13,9% classificam a merenda como ruim, e 47% como regular.
A merenda escolar foi considerada boa no Sul (75,8%), Centro-Oeste (70,9%) e Sudeste (65,5%).
O objetivo do SIPS é captar a opinião e a avaliação da população brasileira sobre políticas e serviços públicos em diversas áreas, como saúde, cultura, trabalho, justiça, segurança pública e mobilidade urbana, entre outras. Nesta edição, o SIPS pesquisou a educação.
Comida insuficiente

Mais da metade da população do Norte e Nordeste considera a quantidade de alimentos servidos na merenda escolar insuficiente. No Norte, 8,3% disseram que a merenda é "muito pouca" e outros 44,3% "pouca." No Nordeste, o índice que consideram a merenda "muito pouca" é 7,3%, enquanto outros 46,3% classificam como "pouca."
No Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste, a maioria absoluta dos entrevistados avaliaram como suficiente a quantidade de alimentos servidos na merenda escolar. Já no Norte e no Nordeste, este índice foi de apenas 47,4% e 46,3%, respectivamente.
Já os que consideram pouca a quantidade de alimentos servidos aos alunos somaram 11,3% no Sul do Brasil, 22,3% no Sudeste e 22,7% no Centro-Oeste.
Foi aplicado um questionário com 21 questões objetivas, para 2.773 pessoas nas suas residências, em todo o Brasil, no período de 3 a 19 de novembro do ano passado. Foram abordadas temas como os conselhos escolares, merenda escolar, programa do Livro Didático, Programa Universidade para Todos (ProUni), entre outros.


Fonte: http://www.acaofomezero.org.br